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Não vigiados. Orientados.

A maioria das ferramentas neste mercado instala um agente no computador e observa o ecrã. O InRoots lê uma linha por dia no chat e explica uma pontuação. As diferenças decorrem daí.

Entrada

  • Ferramentas com agente: agente no computador, capturas de ecrã, registos de aplicações e URLs, por vezes teclas premidas, por vezes ecrã em direto
  • InRoots: um registo de uma linha no chat ou dito ao assistente; presença confirmada com um ping consentido

O que é medido

  • Ferramentas com agente: indicadores indiretos de atividade (tempo ativo, categorias de aplicações) classificados por uma caixa negra
  • InRoots: resultados (tarefas entregues, bloqueios resolvidos, cobertura de prevenção, objetivos) cruzados com Jira, GitHub e GitLab, ponderados às claras

Quem vê o quê

  • Ferramentas com agente: os gestores veem tudo; os colaboradores veem pouco ou nada
  • InRoots: o colaborador vê primeiro o seu próprio cartão de pontuação; o líder e a equipa veem o mesmo número; as vistas reservadas a gestores estão sujeitas a consentimento e são explicadas

IA

  • Ferramentas com agente: a IA classifica aplicações como produtivas ou não, normalmente através de uma API pública
  • InRoots: 16 fornecedores ou um modelo local; a pontuação é matemática determinística e a IA explica e orienta

Onde ficam os dados

  • Ferramentas com agente: cloud do fornecedor, por vezes com opção on-premise no escalão mais alto
  • InRoots: auto-alojado num contentor ou alojado por nós, as mesmas funcionalidades em ambos os casos, sem telemetria

O resultado

As equipas aceitam o que é justo e visível. É essa toda a diferença, e é por isso que o InRoots se define como uma aplicação de produtividade, não uma ferramenta de monitorização.